quarta-feira, 11 de julho de 2012

NO MEU POEMA

                                                  NO MEU POEMA
No meu poema cabe a canção e o cancioneiro,
Cabe o sonho e cabe rima, no meu poema cabe a lua
o sol e a neblina.
No meu poema cabe a aurora de cada dia,
a existência da poesia, o amor, a paz e alegria!
Não cabe no meu poema!
A injustiça, o ódio e a guerra,
a falta de respeito com terra, e quem envenena o ar,
quem joga dejetos no rios e que polui o mar!
Quem não respeita o fraco, quem oprime o desvalido,
nem socorre os feridos!
No meu poema não cabe a beleza estética,
de gente sem escrúpulos e sem ética,
que corrompe a sociedade!
Não cabe no meu poema, a perversa ironia,
que faz da noite o dia, com tanto riso  e vaidade!
O meu poema é o bosque dos animais, 
é a pomba branca da paz!
É pejo da moça feita!
O meu verso, é o verso sem dobra e rima,
é tempestade, é colina,
é alma mais que perfeita!
o meu poema não vem do dicionário,
são como raízes do chão,
em tempos de primavera, que quando bate a chuva na terra, 
cobre a terra com verde manto!
Assim são os meus versos brotados no coração!



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