sábado, 14 de julho de 2012

Um Desabafo!!!

Quando enfim na terra eu repousar,
Que meu espírito contemple a natureza.
Os pássaros felizes a gorjear!
E a relva que cobre o chão!
Quando em ti meus versos findares,
e no meu peito parar o coração!
Quando minhas forçar não mais suportar,
Eu voltarei ao meu rincão,
Como a cachoeira em  lamento, volta ao mar.
E se eu não poder mais sonhar,
E dos seus lábios não ouvir nem um queixume,
E dos amores e tempos passados,
Lembrarei apenas do teus agrados,
Dos seus carinhos e seus ciúmes!
A brisa aos teus ouvidos soprarem,
Como soprava outrora,
Recorda-te o despertar na aurora,
Os encantos da vida enfim,
Das perfumadas rosas e os jasmins,
Como joias que te enfeita agora!
Quando de mim não tiveres mais  o calor,
E os meus braços não mais te protegê-lo,
Farás ao vento o telo apelo,
Clamarás ao mundo por teu protetor,
Mais só o frio vento irá acariciar,
As pálpebras como gelo!
Deixarei por te meu zelo e candura,
meu amor e prece que subirá ao céu!
Direi ao Senhor quanto  tua alma é pura!
Viverás pra sempre, em viver de glória,
Que tu nunca, na vida pereça,
E nem conheça duras amarguras!





quarta-feira, 11 de julho de 2012

Hino á Botuporã


Hino á Botuporã

A minha terra de eterna lembrança,
O meu céu de fulgor clareza,
Das amizades e honestidade, dos campos e serras
Com ternura resplandece o despertar da natureza,
São riquezas que no teu solo encerra.
Berço de índios guaranis e tuxás,
Cercada de montes com belas manhãs
Onde portugueses e espanhóis fixaram raiz,
És que hoje teus filhos vão encontrar,
Oh minha querida terra Botuporã,
Recordar as auroras de um tempo feliz,
Pelas festas e tradição de sua gente,
Une teus filhos de cada canto do nosso País.
Cantarei um canto, louvarei minha cidade,
Clamarei aos céus com o poder divino,
Em cada encontro de fraternidade,
Teus filhos cantem este humilde hino! (bis)
Teus filhos são uma raça forte,
Que busca o pão com seu suor,
E sempre volta para o teu seio,
Que vos recebe com muito amor!
A nossa terra é um berço rico,
A aonde a paz veio fazer morada,
Pois  aqui teus filhos são amigos,
Por isso ela é abençoada!
Cantarei um canto, louvarei minha cidade,
Clamarei aos céus com o poder divino,
Em cada encontro de fraternidade,
Teus filhos cantem este humilde hino! (bis)
Por te oh terra de Jesus Cristo!
Que Deus conceda a misericórdia
E sempre reine a paz e união,
A compreensão, amor e concórdia!
Que teus filhos ilustres que já partiram,
Por toda vida vamos saudar!
Nunca esqueceremos nossos antepassados,
Ao cantar o hino vamos recordar!
Cantarei um canto, louvarei minha cidade,
Clamarei aos céus com o poder divino,
Em cada encontro de fraternidade,
Teus filhos cantem este humilde hino! (bis)
Bendito é o dia 22 de março
Que é um marco da nossa história,
Que grandes homens deram passos importantes,
Pra nossas conquistas e nossas glórias!
Grande é a fortuna do coração,
De todos aqueles que sabem valorizar,
Conserva o amor e a tradição
Que faz a cultura de um povo perpetuar!
Cantarei um canto, louvarei minha cidade,
Clamarei aos céus com o poder divino,
Em cada encontro de fraternidade,
Teus filhos cantem este humilde hino! (bis)

NO MEU POEMA

                                                  NO MEU POEMA
No meu poema cabe a canção e o cancioneiro,
Cabe o sonho e cabe rima, no meu poema cabe a lua
o sol e a neblina.
No meu poema cabe a aurora de cada dia,
a existência da poesia, o amor, a paz e alegria!
Não cabe no meu poema!
A injustiça, o ódio e a guerra,
a falta de respeito com terra, e quem envenena o ar,
quem joga dejetos no rios e que polui o mar!
Quem não respeita o fraco, quem oprime o desvalido,
nem socorre os feridos!
No meu poema não cabe a beleza estética,
de gente sem escrúpulos e sem ética,
que corrompe a sociedade!
Não cabe no meu poema, a perversa ironia,
que faz da noite o dia, com tanto riso  e vaidade!
O meu poema é o bosque dos animais, 
é a pomba branca da paz!
É pejo da moça feita!
O meu verso, é o verso sem dobra e rima,
é tempestade, é colina,
é alma mais que perfeita!
o meu poema não vem do dicionário,
são como raízes do chão,
em tempos de primavera, que quando bate a chuva na terra, 
cobre a terra com verde manto!
Assim são os meus versos brotados no coração!